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Apetite para crescer: como inteligência artificial e dados apoiam redes de restaurantes

  • Foto do escritor: Marcelo Firpo
    Marcelo Firpo
  • 12 de jan.
  • 14 min de leitura
Imagem gerada por IA
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Resumo gerado por IA:

O artigo mostra como redes de restaurantes, lanchonetes e cafés já estão usando inteligência artificial, machine learning, IA generativa e dados para resolver desafios concretos do dia a dia, como previsão de demanda, gestão de estoque, dimensionamento de equipes, definição de mix de produtos e personalização da experiência do cliente. A partir de exemplos reais de grandes redes globais, o texto evidencia que os melhores resultados surgem quando a IA está apoiada em uma base sólida de engenharia de dados e orientada a decisões de negócio mensuráveis. Nesse contexto, a BlueMetrics se posiciona como parceira estratégica para acelerar projetos de IA e dados no setor de alimentação, combinando experiência comprovada em mais de 200 projetos entregues para mais de 90 clientes nas Américas, um método próprio focado em resultados e profundo domínio do ecossistema AWS para garantir escala, segurança e eficiência.



Da operação diária às decisões estratégicas no food service


Quem dirige uma rede de restaurantes, franquias de lanchonetes ou cafés convive diariamente com um grande volume de dados. Vendas por unidade, histórico de pedidos, desperdício, estoque, escalas de equipe, comportamento dos clientes, desempenho do delivery. O desafio não está na falta de informação, mas em transformar esses dados em decisões práticas.


Quando inteligência artificial, machine learning e análise de dados passam a fazer parte da gestão, essa realidade muda. Dados operacionais deixam de ser apenas relatórios e passam a alimentar modelos preditivos, sistemas de apoio à decisão e automações que dão previsibilidade, eficiência e escala à operação.


Neste contexto, IA e dados não são uma promessa abstrata. São ferramentas concretas para resolver problemas recorrentes de redes de alimentação.



Previsão de demanda com machine learning: menos improviso, mais margem


Para redes e franquias, prever demanda com precisão é essencial. Pequenos erros se multiplicam rapidamente quando falamos de dezenas ou centenas de unidades.

Modelos de machine learning permitem:


  • Analisar históricos de vendas, sazonalidade, dias da semana, clima, feriados e eventos locais.

  • Criar previsões de demanda por unidade, região e horário, respeitando diferenças de perfil de consumo.

  • Apoiar decisões de compra, produção e logística com base em dados reais, não apenas em médias históricas.


Na prática, a previsão de demanda baseada em IA reduz rupturas, evita excesso de estoque e ajuda a estabilizar margens. Para diretores de operações e suprimentos, isso significa mais controle e menos decisões emergenciais.



Gestão de estoque e compras orientada por dados


Em redes de alimentação, estoque mal dimensionado gera dois problemas clássicos: desperdício e falta de produto. A análise de dados combinada com IA ajuda a atacar ambos.


Algumas aplicações comuns:

  • Monitoramento do consumo real por item, por unidade e por período.

  • Recomendações automáticas de compras baseadas em padrões de consumo e previsão de demanda.

  • Identificação de produtos com alto índice de perda ou baixa saída em partes específicas da rede.


Com engenharia de dados adequada, a matriz passa a ter uma visão consolidada e detalhada do estoque da rede, ao mesmo tempo em que cada unidade opera de forma mais alinhada à sua demanda real.



Escalonamento de equipes com apoio de IA


Mão de obra é um dos maiores custos do setor de food service. Em redes, o desafio não é apenas contratar, mas alocar corretamente.

Soluções baseadas em IA e dados permitem:


  • Dimensionar equipes por turno e por unidade usando modelos preditivos de fluxo de clientes.

  • Comparar produtividade e eficiência operacional entre lojas da rede.

  • Reduzir horas extras desnecessárias e minimizar subdimensionamento em horários críticos.


O resultado é uma operação mais equilibrada, com melhor aproveitamento da equipe e maior consistência na experiência do cliente.



Mix de produtos, pricing e decisões comerciais baseadas em dados


Em redes de restaurantes, decisões sobre cardápio, preço e promoções têm impacto direto em receita e margem. Com IA e análise de dados, essas decisões passam a ser baseadas em evidência.


É possível:

  • Avaliar o desempenho de cada item do menu por unidade, região e canal (salão, delivery, retirada).

  • Identificar produtos com baixa margem, alto desperdício ou baixa aderência local.

  • Apoiar decisões de pricing e promoções a partir de dados históricos e simulações.


O machine learning ajuda a entender padrões que não são visíveis em análises tradicionais, permitindo ajustes finos no mix sem perder a padronização da marca.



Marketing e relacionamento com clientes em escala


Quando a rede possui aplicativos, programas de fidelidade ou canais digitais próprios, os dados de comportamento dos clientes se tornam um ativo estratégico.

Com apoio de IA, é possível:


  • Segmentar clientes por frequência, ticket médio, preferências e comportamento de compra.

  • Criar campanhas mais relevantes, direcionadas por perfil, unidade ou momento de consumo.

  • Medir resultados com mais precisão e ajustar ações continuamente.


Nesse ponto, técnicas de IA generativa (GenAI) começam a ganhar espaço, apoiando desde a criação de comunicações personalizadas até a automação de interações com clientes, sempre baseadas em dados reais.



A perspectiva de quem decide: redes orientadas por dados


Para um diretor ou gestor de uma rede de restaurantes, o valor da inteligência artificial não está na tecnologia em si, mas na capacidade de tomar decisões melhores, mais rápidas e com menos risco.


Ao integrar IA, machine learning e engenharia de dados à operação, a empresa deixa de depender apenas de intuição ou experiência individual. Passa a aprender com seus próprios dados, identificar padrões em escala e antecipar problemas antes que eles impactem o resultado.


É nesse ponto que dados deixam de ser um subproduto da operação e se tornam um instrumento central de gestão.


Na segunda parte do artigo, avançaremos para cases reais de redes de alimentação que já utilizam IA e dados e, em seguida, apresentaremos um case resumido da BlueMetrics aplicável ao segmento, conectando essas aplicações à prática de engenharia de dados, machine learning e GenAI.


Imagem gerada por IA
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Casos reais: como grandes redes usam inteligência artificial e dados na prática


Os exemplos abaixo são úteis para quem está na posição de diretor de operações, expansão ou marketing em redes de restaurantes, lanchonetes ou cafés. A ideia é olhar o que gigantes do setor já fazem com inteligência artificial, machine learning e dados, e traduzir isso em aprendizados aplicáveis a redes de qualquer porte.


McDonald’s: personalização de cardápio em mais de 12 mil drive-thrus

Nos últimos anos, o McDonald’s investiu pesado em IA voltada à personalização de cardápios digitais, principalmente em drive-thrus. Um movimento-chave foi a aquisição da Dynamic Yield, plataforma de personalização baseada em machine learning que passou a alimentar os menus digitais da rede.


O funcionamento é essencialmente o seguinte:

  • Dados de entrada: hora do dia, clima, tráfego na loja, popularidade de itens e contexto local.

  • Modelo de IA: algoritmos de deep learning ajustam, em tempo real, os blocos de “itens recomendados” e “sugestões adicionais” nos painéis digitais.

  • Objetivo: aumentar o ticket médio e tornar o pedido mais rápido e fluido, sem exigir que o cliente explore o cardápio inteiro.


Segundo a própria Mastercard/Dynamic Yield, após testes em algumas unidades nos EUA em 2018, o McDonald’s integrou a tecnologia a mais de 12 mil drive-thrus nos Estados Unidos em um período de seis meses, e depois começou a escalar para outros países.


Do ponto de vista de quem dirige uma rede, os principais aprendizados são:


  • Personalização em escala exige padronização de dados. Sem dados consistentes de vendas, clima, fluxo, estoque e cardápio, não há modelo de machine learning que se sustente.

  • A IA não é “set and forget”. O case mostra um ciclo contínuo de testes A/B entre algoritmos e estratégias de recomendação, com ajustes constantes para cada contexto de loja.

  • Impacto direto em margem. Otimizar itens recomendados mexe em cross-sell e up-sell, algo que, em redes de grande volume, gera impacto relevante na linha de receita com o mesmo fluxo de clientes.


Starbucks: Deep Brew, dados de fidelidade e crescimento de recorrência

A Starbucks é referência em uso de dados e IA para fidelização e operação em rede. O coração dessa estratégia é o Deep Brew, plataforma própria de inteligência artificial construída sobre a infraestrutura de dados da empresa.


Alguns pontos de bastidores:

  • O app e o programa de fidelidade da Starbucks respondem por uma fatia relevante das transações. Relatos indicam que cerca de 25% das transações semanais são feitas via app, e que membros do programa de fidelidade respondem por quase metade da receita da marca, impulsionando o uso de dados como base da estratégia digital.

  • O Deep Brew analisa dados de transações de fidelidade, uso do app, performance de lojas e fatores externos, como clima, para personalizar recomendações no app, ajustar oferta em drive-thru e apoiar decisões de estoque e escala de equipe.

Em termos de resultados, alguns estudos e análises de mercado apontam que:

  • A adoção de modelos preditivos ligados ao Deep Brew ajudou a gerar crescimento de vendas em mesmas lojas (same-store sales) de cerca de 6% nos EUA em 2019, em conjunto com outras iniciativas digitais.

  • Um case independente reúne dados públicos e estima que a personalização preditiva da Starbucks gerou aumento de aproximadamente 37% em compras repetidas (repeat purchases) e até 30% de melhoria em ROI de marketing, ao tornar as ofertas mais relevantes.


Para um diretor de rede, o recado é claro:

  • Dados de fidelidade são um ativo central. Quando o cliente se identifica e paga via app, cada interação vira insumo para machine learning.

  • IA conecta marketing e operação. O mesmo sistema que sugere uma bebida no app também apoia previsões de fluxo na loja, ajudando a definir estoque e escala de baristas.

  • O ganho não é só de “engajamento”. Há indicadores concretos de crescimento de base de clientes, aumento de recorrência e melhora de eficiência operacional.



Domino’s Pizza: dados em tempo real para operar mais de 15 mil lojas

A Domino’s costuma se definir como “uma empresa de e-commerce que vende pizza”. Na prática, isso se traduz em uma arquitetura robusta de dados e analytics para suportar uma rede com mais de 15 mil lojas em mais de 85 mercados, com grande parte das vendas vindo de canais digitais.


Alguns elementos do case:

  • A empresa integrava cerca de 85 mil fontes de dados estruturados e não estruturados, incluindo pontos de venda, 26 centros de suprimentos, canais digitais, etc., totalizando algo como 17 TB de dados padronizados.

  • Para lidar com esse volume, a Domino’s adotou uma plataforma unificada de dados (Talend Data Fabric) e criou um data tracker central que alimenta um framework de gestão em tempo real e aplicações de analytics.

  • A partir daí, cada loja tem acesso a dashboards em tempo quase real com pedidos, tempos de preparo, entrega versus retirada, desempenho de campanhas e outros indicadores críticos para prever demanda e ajustar equipe. Um diretor da empresa descreve isso como “dar ao gerente de loja um relógio inteligente para a operação”, com visibilidade contínua do que está acontecendo.


Além da camada de dados, a Domino’s também vem investindo em IA, inclusive parcerias com a Microsoft para explorar IA generativa como apoio à tomada de decisão operacional e atendimento, reforçando a visão de tecnologia como diferencial competitivo.


Para quem gere uma rede, a mensagem é:

  • Sem base de dados integrada, IA vira experimento isolado. A Domino’s só consegue rodar modelos de previsão, roteamento e recomendação em escala porque construiu primeiro um “backbone” de dados confiável.

  • Visão em tempo real muda o papel do gerente. Em vez de reagir a problemas depois que eles acontecem, os gestores passam a antecipar picos, reorganizar equipe e corrigir desvios de performance ao longo do dia.



Chipotle: IA na contratação para sustentar expansão e aliviar a operação

A Chipotle opera mais de 3.500 restaurantes em diversos países e tem planos de expansão ambiciosos, com metas na casa de 300 novas unidades por ano.


 Um dos gargalos para crescer nesse ritmo é contratar e treinar equipes com rapidez suficiente sem sobrecarregar os gerentes de loja.


Em 2024, a empresa anunciou a adoção de uma plataforma de contratação baseada em IA, em parceria com a Paradox, que deu origem à assistente virtual “Ava Cado”.


O que o sistema faz:

  • Conversa com candidatos por chat, responde dúvidas sobre a empresa e as vagas e coleta dados básicos.

  • Agenda entrevistas dentro das janelas definidas pelos gerentes, reduzindo o trabalho manual de marcação.

  • Envia comunicações e atualizações de forma automática, inclusive ofertas, quando o gerente aprova o candidato.


Os resultados reportados foram significativos:

  • A Chipotle reduziu o tempo médio de contratação de 12 para 4 dias, segundo declarações da Chief Human Resources Officer em entrevistas a veículos especializados.

  • A taxa de conclusão de candidaturas saltou de cerca de 50% para mais de 85%, praticamente dobrando o fluxo de candidatos disponíveis para avaliação.

  • Em termos relativos, a empresa fala em redução de até 75% no tempo de contratação, alinhada à necessidade de abrir centenas de lojas por ano.


Do ponto de vista de quem dirige uma rede, o mais importante é entender onde isso toca a operação:

  • Gerentes de loja recuperam tempo. Em vez de gastar horas diárias em triagem e agendamento, eles podem focar em treinamento, operação e experiência de cliente.

  • A expansão deixa de ser limitada pela burocracia de contratação. A IA não escolhe quem é contratado, mas desmonta o gargalo operacional entre o candidato interessado e a entrevista com o gestor.

  • Dados de recrutamento viram insumo estratégico. Com o sistema, a rede passa a enxergar, com mais clareza, onde estão os gargalos de contratação, quais regiões respondem melhor às campanhas e como ajustar a estratégia de atração de talentos.



O que esses cases sinalizam para redes de alimentação


Embora cada empresa tenha sua escala e contexto, há padrões úteis para qualquer rede de restaurantes, lanchonetes ou cafés:


  1. Arquitetura de dados forte vem antes da IA avançada. McDonald’s, Starbucks e Domino’s investiram primeiro em capturar, integrar e padronizar dados de operação, clientes e canais. A IA é uma camada que se apoia nessa fundação.

  2. Machine learning é aplicado a decisões específicas. Não se trata de “IA em tudo”, e sim de casos de uso bem definidos: recomendação de itens, previsão de demanda, planejamento de equipe, otimização de estoque, automação de contratação.

  3. Os ganhos são medidos em indicadores de negócio. Ticket médio, vendas em mesmas lojas, recorrência, tempo de contratação e participação de canais digitais são métricas diretamente ligadas à estratégia, não apenas à tecnologia.


Na prática, o que esses cases mostram é que redes que tratam IA, machine learning e dados como parte do sistema de gestão e não como um experimento paralelo conseguem resultados concretos em escala.


A seguir, vamos conhecer um case da BlueMetrics adaptável ao segmento.



Quer ver soluções de GenAI e Machine Learning fazendo a diferença na sua empresa? 




Case BlueMetrics: e-commerce + GenAI para melhorar experiência do cliente


A seguir conheceremos um case real da BlueMetrics que é totalmente aplicável e adaptável ao segmento da alimentação


Contexto

  • O cliente era uma empresa consolidada no segmento de brindes corporativos, que operava três plataformas online.

  • O negócio envolvia uma grande variedade de produtos e combinações possíveis, o que tornava complexa a navegação e escolha para o usuário; havia um amplo catálogo, com diferentes categorias, finalidades e perfis de compra.

  • Em um mercado competitivo e com alto volume de demanda sazonal, o desafio era oferecer uma experiência ágil, personalizada e escalável, sem multiplicar custos proporcionalmente.



Problema

Antes da intervenção, a operação enfrentava múltiplas limitações:


  • Atendimento restrito ao horário comercial, o que deixava muitos potenciais clientes desassistidos fora desse horário.

  • Dependência do conhecimento individual dos atendentes para interpretar pedidos e necessidades dos clientes, o que gerava inconsistência, erros e atrasos.

  • Dados de catálogo e categorias com pouca estrutura semântica, ou seja, poucas informações sobre finalidade, contexto ou uso ideal dos produtos, o que tornava difícil recomendar produtos de forma assertiva ou automatizada.

  • Dificuldade de escalar o atendimento e as recomendações durante picos de demanda (por exemplo em sazonalidades), sem sobrecarregar a equipe manual.


Esses fatores resultavam em: atendimento lento ou inexistente fora de horário, risco elevado de erros na recomendação, baixa eficiência operacional, limitação no crescimento da operação e perda de oportunidades de vendas. 



Solução

A BlueMetrics implementou uma solução de inteligência artificial com foco em GenAI para resolver esses desafios, estruturada nas seguintes frentes:


  • Enriquecimento de dados do catálogo: os dados originais (XML das plataformas) foram processados com Large Language Models (LLMs), enriquecendo semanticamente as descrições das categorias e produtos, adicionando contexto sobre usos, finalidades e cenários adequados. Isso transformou dados pouco estruturados em uma base de conhecimento rica e coerente.


  • Construção de uma base de conhecimento otimizada para busca semântica: as informações enriquecidas foram armazenadas em um banco vetorial, com capacidade de busca semântica, garantindo que recomendações e consultas fossem baseadas em contexto e significado, e não apenas palavras-chave literais.


  • Assistente virtual contextual com GenAI + RAG (Retrieval-Augmented Generation): um chatbot/assistente foi implementado para atender clientes 24/7, interpretando suas solicitações, entendendo contexto, fazendo recomendações de categorias ou produtos de forma precisa e imparcial, e guiando o cliente na navegação ou escolha.


  • Automatização e escalabilidade de atendimento: com a ferramenta, a empresa pôde atender múltiplos clientes simultaneamente, sem depender da disponibilidade ou carga dos atendentes humanos, e manter consistência na recomendação e suporte.


Em suma: a solução combinou engenharia de dados, IA generativa e arquitetura técnica robusta para transformar um site complexo e uma operação manual em um sistema de atendimento inteligente, automático e escalável.



Resultados

Com a implementação da solução, o e-commerce obteve benefícios concretos e mensuráveis:


Operacionais

  • Atendimento 24/7, eliminando dependência de horário comercial. 

  • Redução do tempo de espera para o primeiro atendimento. 

  • Padronização do processo de recomendação e atendimento, reduzindo erros e inconsistências.

  • Capacidade de atendimento simultâneo ilimitado, sem aumento proporcional de equipe humana.

  • Redução de carga manual sobre a equipe, liberando recursos para tarefas estratégicas.


Técnicos / de dados

  • Base de conhecimento semanticamente enriquecida, com estrutura de dados adequada para consultas e recomendações automáticas. 

  • Arquitetura escalável e flexível, facilitando manutenção, atualização dos dados e incorporação de novos modelos LLM.


Para o cliente final

  • Respostas imediatas às solicitações, inclusive fora de horário comercial. 

  • Recomendações mais precisas e contextualizadas, com base no perfil e intenção do cliente.

  • Jornada de compra mais fluida e satisfatória — menos fricção, menos confusão na escolha de produtos.

  • Aumento da assertividade na escolha de produtos, provavelmente resultando em maior conversão e satisfação.



Por que esse case faz sentido para redes de alimentação


Embora o cliente original seja um e-commerce de brindes, os princípios da solução fazem total sentido para redes de restaurantes, cafés, lanchonetes ou franquias. Eis por que:


  • Redes de alimentação também gerenciam catálogos: menus, combos, variações de produtos, ofertas sazonais, e podem se beneficiar de catálogos estruturados semanticamente, com contextos de uso, perfil de cliente, horário ou canal.

  • A adoção de um assistente virtual contextual para atendimento, pedidos ou recomendações por chat, app, site ou delivery pode permitir atendimento 24/7, agilizar pedidos, recomendar combos ou pratos com base no perfil do cliente, e liberar equipe para operações internas.

  • A escala e diversidade de unidades de uma rede exigem automatização e padronização, especialmente em atendimento e recomendação. Uma solução com GenAI + dados ajuda a manter consistência de marca e serviço, mesmo com grande volume e diferentes canais.

  • Em picos de demanda (horários de almoço/jantar, delivery, feriados), a rede pode dar suporte imediato ao cliente, sem depender de sobrecarga de pessoal, exatamente como o e-commerce gerencia seus picos de venda.


Em resumo: a abordagem combina dados, IA generativa e automação para melhorar a experiência do cliente e a eficiência operacional, desafios centrais de redes e franquias no setor de alimentação.


Conclusão: transformar dados em decisão exige parceiro certo


Os exemplos ao longo deste artigo deixam um ponto claro para quem lidera redes de restaurantes, cafés ou franquias: inteligência artificial só gera valor quando está apoiada em dados bem estruturados, integrados e confiáveis. Sem essa base, iniciativas de IA tendem a virar pilotos isolados, difíceis de escalar e com impacto limitado no resultado do negócio.


É justamente nesse ponto que a BlueMetrics se posiciona como parceira estratégica para empresas que desejam acelerar projetos de IA e dados no setor de alimentação. Antes de falar em modelos avançados ou IA generativa, o foco está em construir a fundação correta: engenharia de dados robusta, arquitetura escalável e clareza sobre os objetivos de negócio que a tecnologia deve apoiar.


Ao longo de sua trajetória, a BlueMetrics já entregou mais de 200 projetos de IA e dados, atendendo mais de 90 clientes nos Estados Unidos, Brasil e América Latina. Essa experiência prática permite entender não apenas a tecnologia, mas também as particularidades operacionais, regulatórias e culturais de diferentes mercados.


Outro diferencial é o blue4AI, método proprietário desenvolvido para acelerar projetos de inteligência artificial e dados. O blue4AI organiza as iniciativas desde a definição clara do problema de negócio, passando pela preparação e engenharia dos dados, até a aplicação de modelos de machine learning e GenAI em produção. O resultado são ciclos de entrega mais curtos, menos retrabalho e foco permanente em resultados concretos e mensuráveis.


A BlueMetrics conta ainda com uma parceria sólida com a AWS e domínio completo de seu ecossistema de soluções. Isso permite desenhar arquiteturas seguras, escaláveis e custo-eficientes, além de explorar, de forma consistente, serviços de dados, analytics e inteligência artificial já consolidados na plataforma. Para empresas que operam em escala e precisam de alta disponibilidade, isso representa menor risco e maior velocidade de execução.


Para redes de alimentação que lidam com operação distribuída, margens pressionadas e grande volume de dados, escolher o parceiro certo faz diferença real. Mais do que implementar tecnologia, o desafio está em transformar dados em decisões melhores, processos mais eficientes e crescimento sustentável.


É esse o papel que a BlueMetrics assume: ajudar empresas como a sua a sair do discurso e colocar IA e dados para trabalhar, de forma prática, mensurável e alinhada aos objetivos do negócio. Vamos conversar sobre isso?


Conheça alguns Casos de Uso





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